Um projeto revolucionário

O Programa QUALISUS tem em meta o propósito da excelência pela qualidade na prevenção à saúde no SUS enquanto política estratégica de governo.

Essa característica de qualidade é determinada como um alcance para os serviços de saúde, sendo que o mesmo satisfaça as necessidades, esperada do atendimento para com os indivíduos e seus familiares. Por tanto, são oferecidos algumas categorias de qualidades: a eficácia de um bom atendimento; a diminuição dos riscos à saúde; a harmonia em relação ao ambiente; paciente e principalmente entre os profissionais que estão voltados para o sistema de saúde; entusiasmos e força de vontade dos profissionais de saúde para um convívio excelente dentro do hospital; e uma visão mais aprofundada para a organização do sistema de saúde do país é esse o projeto do QUALISUS.

O mesmo foi formado por uma pesquisa feita pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde em parceria com o Ministério da Saúde, denominada “A Saúde na Opinião dos Brasileiros” que tem a finalidade de alcançar um atendimento especial, ou seja, a qualidade no atendimento de saúde do SUS. Essa é uma esperança de alcançar a qualidade no atendimento do sistema único de saúde (SUS), todavia, é uma expectativa de muitas famílias de renda baixa, pois, os mesmos tende a esperar meses e meses para poder conseguir marcar uma consulta ou até mesmo fazer uma operação de risco, que a demorado prazo o paciente não possa resistir.

Em pró disso a intenção é de modificar essa realidade, implantando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU-192) para prestar assistência imediata em situações de risco de vida, no domicílio, em via pública; instalar a central de regulação de emergência; preparar um atendimento apropriado para casos de emergência; estabelecer a retaguarda de leitos hospitalares e uma atenção especial domiciliar e formar a rede não hospitalar para os casos de emergência.  

Publicado em:  on Dezembro 4, 2007 at 9:29 pm Deixe um comentário

Tipos de Comunicação

A comunicação sonora formal não-verbal há exemplos de: dar um sinal por meio de apito (guarda de transito ou arbrito) ou produzir sons estridentes para dar avisos como: ambulância, bombeiros, não é necessário que haja a capacidade de trocar ou discutir idéias, de dialogar ao bom entendimento entre pessoas.
A comunicação gestual codificada como a linguagem dos surdos-mudos, à mímica, os gestos (quer é mover o corpo em especial a cabeça e os braços para realçar a expressão), à postura (o corpo que geralmente expressa gestos fácies de serem identificado como: cansaço físico, coçar os olhos entre outros), o andar (quando alguém esta em ritimo acelerado logo percebemos que o mesmo esteja com pressa) e o vestir (um conjunto de peças que se vestem, influência indiretamente na personalidade). A maneira de se vestir pode ser muito mais expressiva que a comunicação, porque ela identifica a imagem por qual é vista. A exemplo disso temos o uniforme, pois, ele nos “obriga” a termos o espírito de equipe, descartando a individualidade.  Procuramos sempre estar bem composto ou trajar-se com um bom caimento para dar uma boa impressão.
Outras percepções são o modo da pessoa ler, conversar, brincar, pois, nos permite dar características ao individuo, julgando se o mesmo é extrovertido, exibicionista ou tímido.
Um outro fator interessante na comunicação não-verbal são os diferentes significados de um mesmo gesto. Os símbolos são universais, todavia, cada país tem um  significado diferente. 
A comunicação não-verbal é encontrada, também, na comunicação verbal. Em um diálogo, por exemplo, esse tipo de comunicação que se faz presente a partir do momento em que haja um contato entre pessoas, pois, ela é justamente a informação passada sem ser dita ou explicada. Pesquisadores apontam dados cujos revelam que a capacidade de entendimento, sobre quaisquer assuntos e que desrespeite qualquer contexto, faz-se mediante as interpretações faciais, gestuais, ou até mesmo, no tom de voz dos autores da comunicação.
Essa comunicação, não seria propriamente dita, e na maioria dos casos, inconsciente, ou pelo menos, traz à tona a verdadeira intenção do interlocutor. No entanto há situações que vamos encontrar informações adversas entre a comunicação verbal e a não-verbal, as quais, as palavras vão formar frases, que por seu valor vai ter consideração, e toda a idéia de não-verbal vai ter impacto contrario, como gestos faciais ou expressão corporal, isso pode acontecer em conversas formais quando uma das partes encontra-se nervosa etc.
Há expressões corporais no ato da comunicação, ou mais precisamente, em nossa comunicação não-verbal, que podem refletir e vir à tona como pontos positivos e também negativos em relação com empatia entre partes numa transmissão de idéias. Expressões como o olhar distante, braços cruzados, morder os lábios da parte do receptor em sinal de retorno a informações pode causar ao interlocutor certa insegurança naquilo que lhe foi passado.
Por outro lado, gestos espontâneos como se inclinar para frente enquanto alguém lhe informa, o olhar fixo para o interlocutor, ou até mesmo, gestos positivo com a cabeça, podem ser sintomas de uma comunicação correspondida e concentrada entre ambas partes do diálogo.

Publicado em:  on Dezembro 3, 2007 at 6:29 pm Deixe um comentário

Imprensa Alternativa

O cantor e compositor Raul Seixas fez questão de exaltar o estilo de vida alternativo, mas o que isso significa? Tal atitude proporciona a liberdade de escolha para o indivíduo nomear pelo que mais lhe convém, uma inovação que chegou à nossa imprensa, permitindo criação de veículos menos compromissados com as oportunidades políticas ou econômicas de então, fazendo desses informativos ambientes de livre debate e críticos. Chama-se jornalismo alternativo a prática jornalística feita por veículos e instituições fora do alvo da chamada grande mídia.  Este existe para apurar fatos e ações ignoradas pela mídia. Esta esfera do jornalismo está geralmente associada ao terceiro setor.
 “No Brasil, a expressão” imprensa alternativa “tem recebido conotação específica, entendendo-se por ela não o jornalismo popular, de circulação restrita, mas os periódicos que se tornaram uma opção de leitura crítica, em relação à grande imprensa, editorialmente enquadrada nas regras de censura imposta pelo regime militar, mas confortavelmente assentado na condição monopólio informático” (PERUZZO, 1998:120)

A comunicação popular surge no Brasil com os movimentos sociais, principalmente os movimentos sindicais e operários. A imprensa sindical diária começa a se constituir para lutar contra a repressão. A imprensa chegou ao campo e se espalhou em todos os espectros. Vários jornais e folhetins multiplicam os ideais dos revolucionários. Tentando movimentar a população contra o regime, além de trabalhar a aparência da educação, para que as pessoas soubessem e entendessem o que estava acontecendo no país naquele determinado período. Muitos outros movimentos vestiram a comunicação como método de difusão da informação.
A visão do jornalismo alternativo e comunitário está inserida no contexto da imprensa alternativa, pois surge com uma proposta de relacionamento proferido com os movimentos populares e com uma caracterização estética e operacional dos demais jornais comerciais. É importante lembrar que a era alternativa ocorreu durante os anos da ditadura militar, período em que a imprensa assumiu posições políticas e ideológicas, o que reforça a proposta desde trabalho.

A mesma, no começo, era uma comunicação vinculada à prática de movimentos coletivos, retratando momentos de um processo democrático, representando uma opção á comunidade de massa, uma busca por tudo que é inovador e diferente dentro da sociedade de consumo.
Por se rebater as pautas da mídia hegemônica e corporativa, o jornalismo alternativo é muitas vezes coligado a sistema de idéias e corrente política de esquerda. Esta, no entanto, não é um circulo essencial ou natural, já que pode defender qualquer ideologia ou assumir posições neutras e ambíguas.
O financiamento dos veículos da imprensa alternativa tem sido continuamente um dos maiores enigmas vividos pelos que tem coragem de colocar nas ruas meios para divulgar informações confiáveis, que ouvem fontes diversificadas e dão destaque as iniciativas dos fatores sociais do país.

Publicado em:  on at 6:26 pm Deixe um comentário