Chama-se jornalismo sindical a especialização da profissão jornalística na cobertura jornalística interna dos fatos de um sindicato, uma central sindical ou qualquer associação que participe de campanhas trabalhistas, bem como a produção de veículos jornalísticos voltados para circulação entre os próprios profissionais sindicalizados (jornais sindicais, boletins). Jornalismo Sindical é uma parte do Jornalismo Institucional. O mesmo apareceu com os primeiros movimentos operários que se individualizaram em produzir veículos de comunicação específicos para o sindicalismo. É necessário opor-se as atividades de Jornalismo Sindical com as de Assessoria de Imprensa
No Brasil a classe operária normalmente é condenada pela falta do hábito de leitura. A visão que se tem do trabalhador comum é de uma pessoa que não lê jornais ou revistas e costuma se informar pela televisão. No entanto, esse mesmo trabalhador tem interesse particular, principalmente no que diz respeito aos seus direitos, o que pode tornar a procura por um veículo de comunicação um hábito mais constante. Por isso, o jornal sindical deve ser muito atrativo, bonito, chamativo por sua pauta, sua cara, sua linguagem sem isso, irá diretamente para o lixo. Seu público, em sua imensa maioria, não lê jornal diariamente. A não ser nos sindicatos de profissionais liberais ou de funcionários públicos de alto escalão, o trabalhador, em geral, lê muito pouco.
A primeira qualidade do jornalismo sindical é que ele deixa claro seu objetivo, mostra de que lado está, defende uma classe e, dentro dela, dá especial atenção a um setor. Cada jornal se dedica prioritariamente a uma categoria específica, não há postura de falsa neutralidade. Mas isto exige muita seriedade do jornalista, que deve apresentar fatos, dados concretos, e não fazer discurso ou contar mentira.
Os jornais brasileiros têm cumprido papel incrível. Transformou-se numa força decisiva de uma sociedade abandonada por muitas de suas autoridades. O Brasil, graças também à qualidade dos seus jornais está conhecendo uma intensa mudança cultural. A corrupção, infelizmente, sempre existirá. Faz parte da natureza humana. Mas uma coisa é a miséria do homem; outra, totalmente diferente, é a certeza da impunidade. Estas, sem dúvida, devem e podem ser combatidas com os instrumentos de uma sociedade civilizada.
O Brasil depende da qualidade ética da sua imprensa. A opinião pública apoiada no aperfeiçoamento dos seus recursos humanos e na ética deve continuar em sua força investigativa.
Imprensa Sindical
A Ditadura da Beleza
O artigo a influência da “Revista Nova” no padrão de peleza das mulheres falam que a mulhre nos dias atuais, está submetidas a um forte apelo pela valorização da estética, ao abrimos as revistas, ligamos a TV, olhamos outdoors pelas ruas e lá estão expostos corpos esquálidos como ideal de perfeição feminina, sem falar do culto à malhação – imagens que pouco refletem os padrões reais da grande maioria da população. A cada dia proliferam academias, clínicas de estética, novos tratamentos antienvelhecimento, antiestrias, “anti-isso”, “anti-aquilo”. A ditadura da beleza existe porque a sociedade está muito erotizada. Parece que todo mundo tem que ser sexy o tempo todo. Em dez anos triplicou o número de adolescentes que se submeteu a algum tipo de cirurgias. Segundo a (FGV) Fundação Getúlio Vargas, 2% da população em especial as mulheres já fizeram algum tipo de cirurgia. Isso faz com que a mulher passe a viver só pela a construção de um lindo corpo perdendo sua identidade para corresponder a um padrão irreal de beleza.
É tanta informação e novas propostas que, se não tivermos senso crítico, somos levadas a querer experimentar tudo ou, o que é pior, sentimos nossa auto-estima despencar. Sem dúvida, a vaidade, a estética e o culto à saúde, são muito importantes. Isso só se torna um problema quando há uma supervalorização desses aspectos. Na década de 40 e 50, o estereótipo de beleza era outro, as “gordinhas” eram as saudáveis e as mais lindas. Hoje, é completamente o oposto, quanto mais magra melhor. O padrão de beleza atual está relacionado às celebridades mais comentadas do momento como Daniela Cicarelli ou Gisele Bündchen, por exemplo, e isso é muito comum. As pessoas sempre seguem o padrão estabelecido pela mídia desde que a comunicação de massa passou a ditar efetivamente as “regras” a serem seguidas.
As pessoas não emagrecem somente para se sentirem bem, ou por algum tipo de complicação na saúde, emagrecem para não serem discriminadas na sociedade. A Espanha foi o primeiro país a proibir que modelos com o Índice de Massa Corporal (IMC) menor que 18, ou seja, com perfil de anoréxicas, desfilassem em sua tradicional semana de moda. Porém, já em Milão, na Itália, pouco tempo depois o assunto foi deixado de lado. Com temas cada vez mais polêmicos, as novelas têm chamado a atenção de todo mundo para problemas muito sérios. Em “Páginas da Vida”, da Rede Globo, a personagem Giselle, interpretada pela atriz Pérola Faria, vive um grave caso de bulimia. Na trama, a jovem cresceu muito pressionada pela paranóia da mãe, que temia ver a filha gorda ao invés de ser uma bailarina de sucesso. Por isso a menina come compulsivamente, até começar a se sentir culpada. Depois, força o vômito para eliminar tanto as calorias quanto o peso na consciência. E como quase todo bulímico, mantém a situação em segredo, bem escondida “embaixo da cama”. Não é raro que esse excesso de preocupação com a beleza e a estética esteja a serviço de evitar confrontos com a realidade, ou com sentimentos de frustração, medo, angústias e inseguranças. E essa parece ser uma questão do mundo atual. Basta olharmos para a incidência cada vez maior e mais precoce do número de casos de transtornos alimentares e depressões. É inequívoco que essas patologias têm como causa dificuldades internas muito profundas, mas também são reforçadas por valores culturais, que chamei aqui de ditadura da beleza. .
Liberdade de Expressão
A liberdade de imprensa é um dos princípios pelos quais um Estado democrático assegura a liberdade de expressão aos seus cidadãos e respectivas associações, principalmente no que diz respeito a quaisquer publicações que estes possam pôr a circular. Geralmente, refere-se o material escrito, mas, segundo alguns autores, o termo “imprensa” pode, alargar-se a outros meios de comunicação social. De qualquer forma, a liberdade de imprensa corresponde a uma garantia menos geral que a “liberdade de expressão”, que se aplica a todas as formas de comunicação. Este trabalho mostra três formas de expressar e anunciar as idéias de uma comunidade através da imprensa.
Imprensa comunitária
O jornalismo comunitário surge na especialização do jornalista em fatos que ocorrem na comunidade e servem de interesse para os moradores. Estes podem ser os jornais e os rádios.
Uns dos grandes responsáveis pela difusão do jornalismo comunitário e as atuais tecnologias de comunicação (internet, computadores portáteis etc), pois estes facilitam a fabricação e a divulgação.
Devido à aproximação dos jornalistas com os leitores os textos são geralmente opinativos. Estes textos trazem problemas que atingem a comunidade.
Os meios de comunicação comunitários costumam basear-se no voluntariado e são sustentados pelo comércio e publicidade local. Porém e fundamental capacitar os moradores em técnicas jornalísticas para que eles mesmos façam suas publicações.
Nas comunidades mais carentes os temas do jornalismo comunitários mais comuns são sobre os problemas sócias e as infra-estruturas. É comum também falar sobre prestação de serviço e utilidade pública, incluírem notas de falecimento, evento e política.
As principais fontes desses jornalistas são as autoridades (prefeituras, síndicos etc) e os moradores.
Higiene alimentar nas praias
Calliane Fraga
Espetinho de churrasco, sorvete, salada de frutas, cachorro-quente, frango assado, acarajé, peixe frito, sanduíche natural, salgadinhos, suco, mate gelado.
No quiosque, na barraca, no isopor, pelas ruas e praias do País, sempre há uma delicia que chama a atenção dos olhos e enche a boca d’água. O sabor ninguém questiona, mas a preocupação dos nutricionistas baianos é garantir a segurança e a qualidade desses produtos. Para isso, apostam em cooperações com os estados para que se espalhem pelos municípios experiências de controle da qualidade dos alimentos - dos industrializados e daqueles produzidos e comercializados ao ar livre.
A falta de cuidados com a alimentação é um dos perigos quando ocorrem mudanças bruscas de habito. Na praia, a oferta de tira-gostos e de petiscos é grande. Mas o consumidor deve estar atento à infra-estrutura e a higiene dos estabelecimentos. Alimentos vendidos por ambulantes e barraqueiros também podem oferecer perigo a saúde.
É comum encontrar nas praias de Salvador crustáceas como ostras, camarões, e caranguejos, alem de amendoim e castanhas. A nutricionista Jomari Queiroz explica que, na maioria das vezes, crustáceos como ostras são comercializados em latas e sob um sol escaldante, o que pode comprometer a qualidade e conservação destes alimentos. “Por isso, é necessário conscientizar a população para não consumir esses alimentos e não coibir a venda dos mesmos” observou a nutricionista. Outro alerta diz respeito ao consumo das ostras que deve ser feito enquanto o crustáceo estiver vivo caso contrario o risco de infecção é grande.
“Prevenir ainda é o melhor remédio e sai mais barato”, garante o consumidor Pedro Teixeira afirmando que nunca compra esses produtos em barracas de praias ou com ambulantes.
“Nem todos os que trabalham em bares, restaurantes, quiosques ou como ambulantes têm a preocupação básica com a higiene e não lavam as mãos depois de ir ao banheiro” ressalta o vendedor ambulante Carlos dos Santos, sabendo do perigo que coloca os seus clientes ao vender seus petiscos.
A nutricionista alerta que verificar as condições de higiene do local onde irá fazer as refeições e boas condições de armazenamento são essenciais para garantir a qualidade do que vai ser consumido. No verão, o número de intoxicações alimentar tende a aumentar. Outro vilão é a contaminação por coliformes fecais.
A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA
A Organização das Nações Unidas (ONU), fizeram pesquisas sobre a água, e a mesma, faz uma alerta sobre o fornecimento desta, pois, com demanda e à contaminação em rios e lagos futuramente pode gerar uma crise nos próximos anos, atingindo diversas regiões e ameaçando as reservas de água doce em nosso planeta.
Esses rios e lagos são transformados em depósitos de lixo, ou seja, as indústrias despejam tóxicos e produtos químicos e nos contribuímos também jogado garrafas e lixos diários.
Por tanto, ajudamos a contaminar o líquido mais precioso. E com essa contaminação é impossível ter o aproveitamento dessa água para o nosso consumo e até mesmo para os animais que acabam sendo contaminados também. Segundo a ONU é possível que mais de 10 milhões de indivíduos poderão morrer anualmente por causa de doenças que são transmitidas pela água.
Box 1
*Uma descarga sanitária gasta aproximadamente 12 litro de água; aproximadamente 230 por dia
*Uma lavagem de roupa á máquina consome Aproximadamente 130 litro de água;
*Durante 15 minutos com a mangueira aberta pode se gastar até 280 litros de água;
* Que são gastos para lavar um carro por meia hora 260 litro de água;
* Lavar a calçada com mangueira, por 15 minutos se gasta 280 litros de água;
*Escovar os dentes por 5 minutos com a torneira aberta se gasta 12 litros de água;